
eMotion



PLN
Atualmente dispomos de uma grande diversidade de redes sociais onde circula todo o tipo de conteúdos e onde é possível estabelecer ligações, partilhar conteúdos, criticar, colaborar, comunicar, interagir…
A evolução da internet e o aparecimento da web social introduziram um novo nível de complexidade na forma como comunicamos uns com os outros e como acedemos à informação. Esta dimensão social da internet constitui um novo desafio para as escolas mas também uma oportunidade para introduzir e desenvolver um novo conceito de ensino baseado em práticas colaborativas em que cada indivíduo possa estabelecer conexões numa rede pessoal de serviços que contribua para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.
Como organizações dinâmicas que são, as escolas devem adaptar-se a esta nova realidade e desenvolver processos internos de reflexão para melhorar a sua capacidade de utilizar eficazmente a tecnologia nas práticas de ensino e de aprendizagem.
De acordo com a OCDE, “uma organização aprendente é um lugar onde as crenças, valores e normas dos seus colaboradores são utilizados para apoiar a aprendizagem sustentada, onde uma cultura de aprendizagem é mantida e onde aprender a aprender é essencial para todos os envolvidos”.
Cada indivíduo tem um potencial que pode alcançar. Contudo, para o alcançar, necessita de orientação, ferramentas e atividades estruturadas para desenvolver novas competências e conhecimentos, de forma autónoma e personalizada.
A Escola pode contribuir para este processo adotando novos modelos de aprendizagem em rede e promovendo ações e projetos que ajudem os alunos a desenvolver redes pessoais de conhecimento e a valorizar a aprendizagem através da cooperação em comunidades, do trabalho colaborativo, da partilha e do diálogo.
Compete a cada um de nós tirar o máximo proveito das tecnologias digitais para continuar a realizar aprendizagens ao longo da vida.
“We define digital literacies as socially situated practices supported by skills, strategies, and stances that enable the representation and understanding of ideas using a range of modalities enabled by digital tools.”
(O’Brien and Scharber, 2008, p. 67)
Mural é uma plataforma de gestão de colaboração que o processo de planear, projetar, discutir e analisar ideias e criar fluxos de trabalho personalizados para otimizar as operações de tomada de decisão.
A plataforma é utilizada principalmente por empresas, porém pode ser utilizada em contexto de aprendizagem. O Mural inclui uma “tela de pensamento”, ou quadro digital, que permite aos participantes exibir ideias num quadro digital usando notas adesivas e organizar informações usando listas, métodos, estruturas, fluxogramas e diagramas para estruturar e agendar tarefas. Disponibiliza ainda uma série de recursos, como modelos personalizáveis, captura de ideias, mapas mentais, resumos pós-reunião, sondagens, blog, fórum, webinar,etc. A solução também é compatível com a integração com vários aplicativos de terceiros, incluindo Dropbox, Microsoft Teams, Jira, GitHub, Slack, Agenda Google e OneDrive. Disponível apenas em Inglês. Tem um plano gratuito com limitações de opções e funcionalidades.
Website:
Tutoriais:


O relatório anual da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) sobre a tecnologia na educação alertou para o risco da exposição prolongada aos ecrãs e ainda para o risco de casos de bullying digital.
Os especialistas apontam para o perigo que constitui a utilização abusiva do telemóvel, sobretudo nos recreios escolares. É nestes momentos de lazer que começam a ser desenhados muitos dos casos de cyberbullying nas escolas.
Muitos defendem a proibição total do uso de telemóvel nas escolas, apontando as principais razões da proibição: cyberbullying, visualização de conteúdos impróprios, dependência de ecrãs nos recreios (em jogos e redes sociais), diminuição da actividade física, falta de interacção com os pares, uso abusivo do telemóvel na sala de aula, entre outros.
Por outro lado, há quem considere que a tecnologia móvel pode ser utilizada com vantagem no processo educativo. Quando o professor consegue transformar o telemóvel num aliado, este transforma-se num auxiliar educativo de extrema utilidade.
Se quisermos abordar este assunto com seriedade temos que admitir que o problema não está nos telemóveis mas sim na forma como são utilizados. A solução deste problema não passa pela proibição mas pela utilização responsável. Em vez de olharmos apenas para os aspectos negativos, que não podem ser negligenciados, podemos tentar aproveitar o potencial de uma verdadeira máquina de aprender que alunos e professores podem explorar de forma proveitosa.
O telemóvel deixou de ser apenas um meio de comunicação e um objeto de lazer, tendo-se transformado no principal meio de socialização entre crianças e adolescentes. Quando chegam à escola, os alunos já trazem hábitos enraizados, encontrando-se amplamente expostos ao uso dos telemóveis no seu entorno social e familiar. É impossível negar esta evidência e muito difícil contrariar esta tendência.
A proibição total do telemóvel implica o corte de comunicação com toda a rede de socialização das novas gerações. Não se pode eliminar esta experiência.
Em vez de proibir o uso dos telemóveis é preferível ensinar professores e alunos a utilizá-los de forma útil e positiva. Uma atitude meramente proibitiva é contraproducente numa época em que a utilização da tecnologia ainda é insuficiente nas escolas para fazer face aos desafios atuais do mundo do trabalho.
Numa era em que o conhecimento e o domínio tecnológico são essenciais, o papel da escola não deve ser proibir a tecnologia, mas antes liderar a transição digital e ajudar a desenvolver nos alunos as diferentes competências necessárias para o futuro: comunicação, criatividade, colaboração, resolução de problemas e pensamento crítico. A capacitação digital dos aprendentes é fundamental e a tecnologia pode ser integrada no sistema educativo com vantagem, com equilíbrio e com propósito.
Está a ser feito um grande esforço por parte de muitos professores para integrarem diversas tecnologias digitais na sua prática letiva, criando novos ambientes de aprendizagem sem nunca deixarem de ser críticos em relação ao custo/benefício e sem fazer delas o centro do processo de ensino e aprendizagem. Depois deste caminho, não podem agora voltar ao tempo da ardósia.

Preceden é uma aplicação especializada para a criação de linhas do tempo ou frisos cronológicos online. Permite criar, personalizar e compartilhar rapidamente visualizações impressionantes da linha temporal de eventos. Permite também a criação de cronogramas, gráficos de Gantt e roteiros. Tem um plano gratuito com limitação da utilização de algumas das principais funcionalidades.
Website:
Tutoriais:

O Plano Transição Digital é uma realidade e pretende contribuir para a modernização tecnológica das escolas através da integração transversal das TIC, proporcionando igualdade de oportunidades no acesso a equipamentos individuais, à Internet e a recursos educativos digitais de qualidade. O investimento na capacitação e inclusão digital das pessoas através da educação, formação e promoção da literacia digital é fundamental para o desenvolvimento pessoal e social, sendo cada vez mais evidente que a falta de competências digitais é um fator de exclusão.
A escola é para muitos a única oportunidade de acesso à tecnologia e ao conhecimento e é por essa razão que a transição digital deve fazer parte da cultura dos agrupamentos e do seu projeto educativo com o claro compromisso das lideranças na construção de uma escola transformadora que a todos proporcione igualdade de oportunidades no acesso à tecnologia e ao desenvolvimento de competências digitais.
É preciso agir para transformar. Uma escola transformadora deve questionar os modelos do passado e abrir caminho à inovação pedagógica num processo que implica alteração de práticas pedagógicas, disseminação da tecnologia na sala de aula, alteração de metodologias e atribuição de novos papéis ao aluno. A inovação pedagógica não deve ser aqui entendida como mera incorporação de tecnologia mas sim como um processo de transformação da escola, questionando a utilidade de todas as tecnologias disponíveis (velhas e novas) na dinamização de atividades enriquecedoras em que o aluno assume um papel mais ativo e participativo.
Celebramos aqui todos os que acreditam na transformação porque sabem que é preciso mudar e porque compreendem os riscos de não mudar. Se não aproveitarmos esta oportunidade de mudança estaremos então a colocar os nossos alunos em desvantagem, num mundo que é, cada vez mais, digital.

Wordclouds é um gerador de nuvem de palavras on-line gratuito e criador de nuvem de tags. Wordclouds funciona no PC, Tablet ou smartphone. Permite colar texto, carregar um documento ou abrir um URL para gerar automaticamente uma nuvem de palavras ou tags. Também é possível inserir as palavras manualmente na lista. Depois é só escolher uma forma, selecionar cores e fontes e decidir como é que a aplicação vai desenhar as palavras. Wordclouds também pode gerar nuvens de palavras clicáveis com links (mapa de imagem). Quando estiver satisfeito com o resultado, pode fazer download da imagem resultante ou fazer a partilha online diretamente da aplicação.
Website:
Tutoriais:
